♥Anjos e Loucos♥

♥Anjos e Loucos♥

Sonhando com os pés no chão… Alguém me ensine a voar…

Atualizando rapidamente alguns fatos.

10 de agosto de 2008

Dia 22/12/2007 - Fui com a Kelly na festa da empresa em que ela trabalha [CIEE]; Dormi na casa dela dia 21, foi divertido, mas eu desatei a falar, sem preceber que a coitada queria dormir; Ela teve que, literalmente, mas educadamente, me mandar calar a boca.
Acordamos na manhã seguinte, às 04:30h, atravessamos a cidade e fomos para a cede do CIEE; Colocamos algumas [tá, muitas] fofocas em dia, enquanto esperávamos. Entramos no ônibus e a Kelly colocou o MP3, para ouvir música enquanto dormia. Mas para a minha sorte, o MP3 dela, ou o fone, tava com problema e ela me deu uma brecha para desatar a falar de novo. Tadinha, ela só queria dormir [eu nã tenho senso, mesmo!].
Qdo chegamos, eu tava completamente perdida. Não conhecia ninguém, fui apresentada a uma dezena de pessoas e nossos assuntos já tinham sido discutidos antes, o que nos deixou sem assunto alguns momentos. Mas tudo bem, pq ela tinha com quem falar. Tínhamos a opção de entrar na piscina, no calorão que tava, seria ótimos, mas não entramos; Primeiro porque ela tava com vergonha de mostrar a parte de cima do biquine; Segundo, porque umas amigas dela não podiam entrar e por generosidade [acho] ficamos com elas.
Teve gincana de música antes ou depois do almoço, fomos arrastadas por dois carinhas [os animadores] para participar; Ficamos na equipe vermelha [tinha azul, verde e amarelo tbm]; Uma das músicas que a gente tinha que advinhar, era a de abertura do desenho "O fantástico mundo de Bob" [é assim o nome?] - foi a Kelly que acertou. Mas, no final, perdemos a competição, no último lugar, e tivemos que dançar a "dança do caranguejo" [ou alguma coisa assim - aquela dancinha ridícula e sem graça do Pânico. - Sim, eu tbm dancei];
Mais tarde, qdo já estávamos nos despedindo, aconteceu uma coisa meio… Diferente. Qdo chegamos na festa, uma das primeiras pessoas que a Kelly me apresentou, foi um cara, que agora esqueci o nome dele, só sei que começava com R; Ele conversou com a gente um tempo, disse que tinha acabado de voltar com a namorada e que não gostava nada da sogra [pq ela não confiava nela - mulher esperta]; Enfim, qdo íamos nos despedir, ele pegou minha mão e começou a "acariciar" meus dedos [  =S ]; Eu tentei tirar a mão e ser simpática ao mesmo tempo. Pra quê? O cara pensou que eu tava dando mole. [eu mereço ¬¬]; Deu um tempinho e eis que ele disse que queria falar comigo; Quase ganhei um beijo, mas fugi a tempo.
- Você não tem namorada?
- Tenho, mas e daí? É só um beijo.
E daí, que não é assim, querido! O cara tinha 26 anos, mas depois dessa, parecia ter 13!
Depois disso, eu fiquei tão distraida, que acabei dando um furo com a Kelly… Desculpe de novo… As amigas dela queriam me matar. No ônibus, levei uma chamada da Kelly, por ter me afastado dela sem avisar, qdo fui "falar" com o tal R [puts, qual era o nome dele?]. E foi nessse momento que descobri que tinha dado aquele furo… Fiquei tão mal, que nem tive coragem de falar mais nada. Não pela bronquinha da Kelly, ela tinha razão, mas por ter sido mais uma vez alienada. A Kelly ficou boa parte do caminho conversando com as amigas no banco detrás. Eu tentei ficar olhando a paisagem, mas acabei dormindo, mesmo.
Antes de voltarmos para a casa dela, decidimos ir para o shopping, no antigo predio da Light. Tomamos sorvete e demos uma passada nas Americanas. Mais uma vez, me pergunto, pra quê? Eu botei a mão em tudo e acabei fazendo a Kelly passar vergonha, quando eu fui mexer em um brinquedo que chamos minha atenção. Não teria sido nada demais, se o brinquedo não estivesse na cesta de compras de outra pessoa… [#^^#]… Claro que eu não vi que estava lá, mas bem que eu vi [quando a Kelly me avisou] a cara que o homem que estava com a cesta fez quando me olhou.
Nunca mais.
Depois dessa, eu tava morrendo de vergonha. Querendo sumir no mapa. Imaginando o que os amigos da Kelly estavam pensando de mim. E pior, morrendo de medo que a Kelly estivesse com vergonha de mim.
Sinceramente, não sei o que deu em mim naquele dia. Estava estranha, distraída, mas acima de tudo estava feliz e ansiosa por estar com a Kelly [tudo bem que a primeira opção dela não era eu, mas tudo bem]. eu não sou assim normalmente, mas realmente não posso dizer que não seja a minha cara.
A Kelly chegou a me convidar para ficar na casa dela mais uma noite, mas àquela aultura, eu não tinha mais cara para ficar lá. Esqueci meu guarda-chuva [ou melhor, o da minha mãe], mas fui para casa. Espero que ela não tenha me interpretado mal, mas eu realmente fiquei com muita vergonha.

Depois disso, já em 2008, fomos eu, a Kelly, a Nádia, a Denise, a Jú e a Dressa para o shopping. Íamos jogar boliche, mas a fila tava imensa. Íamos assistir um filme, mas não tinha nada. Fomos, então, para o McDonald’s. A Kelly e a Jú comeram, enquanto as outras conversaram. Encontramos o irmão da Jú [Willian] e o amigo dele [Felipe, que estudou mais tarde inglês comigo no CCAA, mas acho que nem lembrou da minha cara], eles devem ter uns 13 anos. Ou menos, sei lá. Fomos, todos, para o Playland. MUITO BOM. Fomos 2 vzs no bate-bate, jogamos "discoball" e com os brindes compramos todas uma mini-labirinto e uma bola roxa, igual para todas, que alguém lá chamou de "bola da amizade" [^^]… Ai de quem perder ela.

O Jô veio em casa, dias desses também. Eu tava com saudade dele… Aliáis, faz tempo que não falo com ele…

Rs… Té mais………..

Adeus ano velho.

13 de dezembro de 2007

TÁ ACABANDO!!!! GRAÇAS A DEUS ESTÁ FINALMENTE ACAMANDO ESSE FATÍDICO ANO DE 2007!!!
Aconteceu tanta coisa esse ano. Tanta mesmo.
> Vida amorosa agitada e desastrada - parte um.
> Fui na missa do Padre Marcelo, acordei às 4:30, comi meio pão, ou menos, alguns goles de leite com café, pq acabou o leite, fiquei uma hora no pátio do prédio esperando o ônibus; chegamos lá, ficamos de pé, encheu de gente, não tinha espaço nem pra respirar; eu e meu pai fomos pro lado de fora, passando por um mar de gente; tava garoando, mas ficamos; cheguei em casa, almocei e desmaiei… Viva!! Meu primeiro desmaio não planejado.
> Entrei na faculdade.
> Conheci a Priscila na facul.
> Fui passar o carnaval em Cosmópolis, com minha família, por 4 dias…
> Fui pra Bertioga, na semana de páscoa, dia 06/04, fui com os amigos do meu cunhado, passei o dia todo com uma dor de barriga insuportável, desde que saí da casa do Rodrigo, às 5:30h da manhã, até a noite. Quando cheguei em casa, tive que esperar o Rô e o amigo dele sairem, para, finalmente… Ahhh…
> Fui numa palestra do Caco Barcelos, com o passoal da facul numa sexta-feira 13/04, dia que deu de fato mto azar e mtos motivos pra rir.
> Vida amorosa agitada e desastrada - parte dois.
> Bush visitou o Brasil!!! - [Aff...].
> O Papa visitou o Brasil!!! - [Ehhh].
> O Lula fez inúmeros comentários e cometeu inúmeras gafes.
> Fui para a praia em pleno inverno, para derrapar na pista, estragar o carro e ficar enfiada nas cobertas, mas foi bom.
> Minha tia terminou o namoro de 30 anos.
> Minha tia reatou o namoro de 30 anos.
> Vida amorosa agitada e desastrada - parte três.
> Minha prima casou.
> Minha primeira entrevista para um estágio.
> Fui na formatura do CSB - *saudade*.
Não foi assim tão ruim, mas bom, bom, bom… Também não foi… Mas, ainda não acabou. Dia 22, vou com a Kelly num sitio para as festas de fim de ano da empresa em que ela trabalha. Vamos ver… Por hora,
Só quero que o ano acabe!!!

Só mais um dia de rebeldia…

25 de novembro de 2007

Não faço questão de parecer bem, para quem não me faz bem. Se eu pudesse estar em algum lugar, seria bem longe de qualquer lembrança. O que eu posso fazer enquanto espero algo novo acontecer, é assistir as velhas coisas seguirem seus ciclos e voltaram ao ponto de partida. Na minha vida não há espaço para erros, embora eu esteja de fato atrás de algo que suje minha imaculada educação. Os amores que assisto, me deixam irritada, enquanto os meus amores passam sem deixar rastros. Sou acusada de tantas coisas, entre as minhas falas sem interesse, mas ninguém percebe que a seriedade é só uma parte de mim. Só quem realmente merece conhece a outra face. O lado que joga os livros para o alto e encara a vida com um sorriso nos lábios. Posso não ser a melhor pessoa do mundo, posso não ser a melhor companheira, mas sou única… E de um jeito único…

Procurando um namorado…

Para ser torturado, dissecado e armazenado, para estudos posteriores…

Alguns devem estar se perguntando: "Nossa, pra quê tanto ódio nesse seu coraçãozinho?"… Pra quê, não vem ao caso, mas sim, por quê… Ontem, foi o casamento da minha prima, Carina, com o Carlos, que passou a cerimonia toda chorando e "dançando", deu até dó, ficava balançando para os lados, até para fazer os votos… Minha família toda estava lá… Minha mãe com meu pai, a Tia Sú com o Tio Zé [pais da noiva], a Tia Lica com o Waldir, a Tia Lena com o Tadeu, minha irmã Raquel com o Rodrigo e minha prima Denise com o Diego [Detalhe: Carina & Carlos = C&C; Denise & Diego = D&D; Raquel & Rodrigo = R&R - "Ti lindooo" B- ]… E eu, claro.. De castiçal.

Mas, claro que isso não podia passar despercebido. Não demorou muito para começarem a dizer que eu precisava de um namorado, que eu estava lindinha, que isso, que aquilo… Mas, tudo bem, blz…

Até que minha mãe perguntou para o Diego:

Mãe: - Você não tem algum amigo?

Diego: - É só marcar. Amigo é que não falta.

Pronto… Já não me bastasse estar na fila para ser apresentada aos amigos do meu cunhado, agora entrei pra lista de ser apresentada aos amigos do Diego… Namorado da minha prima… Mas, tudo bem, blz…

Tiraram fotos com os casais… Uma minha com a Quel e o Rodrigo… E outra sozinha…

A tarde correu normalmente.. Tanto qto é possível para uma tarde de casamento… Até a hora de jogar o buquê. Por algum motivo que prefiro que continue oculto, por razões anteriores, a Carina veio me falar no ouvido que jogaria o buquê.. Fiquei um tanto curiosa para saber pq me disse isso ao ouvido, mas… Como disse, prefiro que o motivo permaneça oculto… Fomos. Casadas, solteiras, noivas e namoradas… O buquê foi pego pela Tia Lena… Mas, tudo bem, blz… Eu não queria mesmo!!!

Voltamos para a mesa e…

Tia Lena: - Pega Sô, pra dar sorte. - Colocou o buquê perto de si e pediu, em tom de brincadeira - Que a Soraya encontre um namorado. - E me deu…

Tiraram uma foto minha com o dito cujo… Mas, tudo bem, blz…

Durante todo o tempo, levei na brincadeira…

Eu: - Espero que dê sorte, mesmo!

Até que deixei escapar em voz alta:

Eu: - Não precisa arranjar alguém pra mim, deixe que eu mesma escolho.

Riram… Fazer o quê? A Quel disse que ser apresentada não tinha problemas… Não acho mesmo que tenha… Mas ficarem o tempo todo falando… Mas, tudo bem, blz…

Na casa da minha Tia Lena, continuou… Mas dessa vez, ela me deu razão.

Quel: - É como a Sô disse antes, deixa que ela mesma escolha…

Mas, tudo bem, blz…

O que aconteceu depois, mesmo??? Ah.. Nada…

Voltando ao passado, aniversário de 18 da Denise e noivado da Carina, qdo os casais se deram conta do "detalhe"… C&C, D&D, R&R… E decidiram que, qdo eu namorasse tinha que ser alguém que desse para ficar S&S… Sérgio, Sandro, Sei-lá-o-quê… Brincadeiras… Mas, tudo bem, blz…

Indo um pouco mais a frente… Minha festa de 18 anos, no último dia 30 de Setembro… Minha Vó Inha, como de costume, a primeira pergunta que faz ao me ver:

Vó Inha: - Cadê o namoradinho???

Sim, assim, no diminutivo… Mas, tudo bem, blz…

Blz p* nenhuma!!! Será que esse povo não pode me deixar em paz, não??? Eu já arranjei um namorado e, pelo que me lembre, não foi esse paraiso que eles fazem parecer… Foi o contrário, se não me engano… Terminei há pouco tempo e acho que ainda é um pouco cedo para juntar paciência suficiente para aguentá-los… Já tenho que aguentar minhas próprias cobranças e decepções… Então, pq não me deixam???

Sei que se preocupam.. Que querem a minha felicidade… Mas um pouco de paz, ultimamente, tem sido suficiente para me deixar feliz…

Mas, tudo bem, blz…

Dias sim, dias não, sobrevivendo ou não.

19 de novembro de 2007

Eu preciso de um pouco de distração. Ficar em casa, esperando que algo aconteça está começando a me deixar fora de mim. Num dia, parece que nada me atinge, daí vem a noite e, antes de dormir, os mesmos pensamentos vêm me fazer companhia. No dia seguinte, nada tem gosto, nem cor, nem razão de ser. Quando chega a noite, é como se eu tivesse parado no tempo, ou voltado nele, sem nunca ter nada de novo.
Não sou o que sempre quis ser e hoje já não sei mais o que quero ser. Tantas coisas têm mudado. Pessoas entram e saem da minha vida, mas quem eu queria que ficasse, se foi, dizendo adeus, como se não fosse nada demais.
Sei que é errado pensar assim, ficar assim, mas estou realmente tão cansada de saber previamente o que é certo. Pensar nos sentimentos dos outros, nos seus direitos, nas suas vontades, tem me destruído aos poucos, porque tudo o que eu quero e desejo, fica em segunda plano, até sumir de repente.
Sei que há pessoas com problemas maiores e mais graves, pessoas que se deprimem e que não se recuperam, mas eu quero ter o direito de ser egoista. O direito de pensar que a minha vida é a pior de todas. Mesmo que não seja.
Queria uma única vez, não ser tão certinha e não ser admirada por pensar nos outros. Mas ser odiada por só pensar em mim mesma…

Abaixo o amor!

Sou contra o amor
E contra o beijo
Contra os apaixonados
E seus olhares desconcertados
Sou contra a felicidade
E os sorrisos sem motivo
Sou contra os casais enfeitiçados
E contra toda forma de romantismo
E as princesas
E os príncipes encantados
Dos contos de fada que não li
Também sou contra eles
Contra a hora de dizer adeus
E contra as lágrimas
Contra as promessas
Contra toda dor que isso causa
Não aguento isso
Pessoas se olhando
Como se só houvesse elas
Isso me deixa maluca
Principalmente quando não sou eu
Vou acabar enlouquecendo
Com um coração sem mais nada que seja inútil
Rachado em dois
Ou três
Ou mais
Ele que nunca aprendeu como devia agir
Que ouviu conselhos
E uns seguiu
Outros não
E perdeu tantas vezes
Por isso sou contra o amor
E contra tudo que vem com ele
Abaixo o amor!

Sem assunto

16 de novembro de 2007

Via Láctea

"Ora (direis) ouvir estrelas! Certo
Perdeste o senso"! E eu vos direi, no entanto,
Que, para ouvi-las, muita vez desperto
E abro as janelas, pálido de espanto…

E conversamos toda a noite, enquanto
A Via Láctea, como um pálio aberto,
Cintila. E, ao vir do sol, saudoso e em pranto,
Inda as procuro pelo céu deserto.

Direis agora! "Tresloucado amigo!
Que conversas com elas? Que sentido
Tem o que dizem, quando estão contigo?"

E eu vos direi: "Amai para entendê-las:
Pois só quem ama pode ter ouvido
Capaz de ouvir e de entender estrelas".

Olavo Bilac

"Porque quem ama,
nunca sabe o que ama.
Nem sabe porque ama.
Nem o que é amor!
Amar é a eterna inocência
e a única inocência é não pensar!"
- Fernando Pessoa.

Reeditado…

EU + VOCÊ = FELICIDADE

Eu procuro por mim
Você não me viu por aqui?
Já procurei por toda parte
Onde estarei eu?

Já procurei na cama e de baixo dela
Já procurei na rua na avenida e na favela
Já procurei na varanda na sala e no banheiro
Nem mesmo me achei no espelho

Estou perdido por aí em algum lugar
Não vou desistir nem parar de procurar
Perguntei a você
Pois é perto de quem quero estar
Tem certeza de que não me viu passar?

[Jônathas Oliveira Ayres – 27/04/2006]

Cada dia um novo rumo

Cada rumo um novo olhar
Cada olhar um novo motivo
Cada motivo um novo passo
Cada passo um novo dia

…………………………………………..

14 de novembro de 2007

O que eu faço então já que não é tão fácil esquecer? Amo, não a pessoa ou seu jeito. Amo o personagem que criei para camuflar suas falhas. Mas amo o mesmo nome, o mesmo rosto, o mesmo sorriso, a mesma voz… Amo um pouco do carinho, um pouco do beijo, um pouco do olhar. Amo, mesmo sabendo que é proibido. Quem diria que eu viveria um amor assim? É proibido, porque já sofri e sei que está errado; porque todos dizem para seguir em frente; porque sei que não vale a pena passar por tudo de novo. Mas amo. É só isso que sei. Amo, odiando em alguns momentos, quando me permito a um pouco de razão. Amo, porque não me resta outra opção, enquanto espero que o amor se vá. Amo, por assim dizer, para passar o tempo, esperando que ele nunca passe. Amo, porque não sou amada de volta. Amo, porque talvez tenha me cansado do que é certo. Amo, porque nunca aprendi o que é amar de verdade.

Sobre eu, você e o resto do mundo…

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